quinta-feira, 5 de junho de 2008

Horas...


Como se não houvesse as horas, meu dia perdido diante de meus pensamentos marcados por lembranças suas, ou na verdade minhas... Cansei de me ver refletido diante de minhas verdades tão árduas ou diante de meu ego que tanto me enclausura em meus sentimentos marcados por saudade, é me sentir nu em meio a multidão de olhares me fazendo objeções sobre o que se passara em minha mente tão deturpada por marcas e erros, mas ai, quando me reflito me vejo tão humano quanto aos que procuram me criticar, viver e seguir em frente mesmo que não me falte caminhos, irei seguir e caminhar...


Queria ser como a leveza das águas sobre pedras e outros obstáculos, temos um certo engano de reclamar tanto e agradecer pouco, tantos caminhos sem ter por onde ir onde chegar, e eu aqui observando outras vozes que tanto reclamam, e por quê? Talvez nos faltasse um pouco mais de moral, ou parar com essa tal ambigüidade que nos amarga em certas ocasiões... Enquanto eu aqui me vejo repartido em frases e poesias outros refletem sua dores em cada esquina de rua por onde dormem e nada se quer levantam aos céus como reprovação de seus estados, mas seguir em frente haja o que houver, é como se não houvesse horas... Seguir é ter fé seja onde for...Onde estiver...simplesmente seguir...


Ass: Leo Saldanha

sábado, 10 de maio de 2008

Saudade




A saudade é um frio que envolve o corpo em falta de um cobertor, são águas que correm em volta de ilhas que não se podem chegar, é o vazio preenchido pelas palavras em um silencio que não se cala no espaço, é o ardor que se sente em razão de amar. A saudade, é dizer sinto falta do que me completa em meio à solidão, é sentir a necessidade de ter e ao mesmo tento esquecer o prazer de este presente, é conter na alma a lembrança de quem se gosta e se quer, é ter a certeza de amar este alguém que não esta presente...


É fechar os olhos e sentir o cheiro entranhado ao meu corpo por tantos abraços, é ter em laços o afago, o carinho, o eterno entre segundos ao te encontrar, é beijar o inesquecível entre pensamentos é conter no coração a razão dos desalentos, desalentos que enfraquecem a alma quando penso em te querer ao lado e me contento com apenas os detalhes teus, são saudades de tudo o que tenho e vivo... Te amo...


Autor: Leandro Saldanha

segunda-feira, 31 de março de 2008

Teu coração...


Já não sei viver sem você, já não sei olhar ao meu redor e não sentir um pequeno detalhe de sua presença em minha vida fazendo tantas e outras diferenças antes não notada por minha mente fechada quando me dei por só. Já não sei sentir a saudade como antes, hoje totalmente preenchida por teus espaços, abraços antes jamais sentindo como os teus, é tão simplório e ao mesmo tempo tão complexo viver diante de uma distancia quase não se notada por minhas poesias, fantasias e outros contos e contos contados com a mesma intenção de ser entendido, um final feliz, um grande amor, uma grande historiam, porém não quero escrever por simplesmente escrever nossas páginas baseadas em outros versos não ditos e redigidos como os meus, quero que sejamos únicos, não somo um ato de egoísta de te querer somente pra mim, enfim, somente sei te amar, o que posso fazer, se a cada minuto eu te amo mais, te quero mais...
É me querer e ao mesmo tempo me perder, me encontrar, me observar diante de todos os reflexos vindo dos teus olhos, obrigado por existir, por fazer essa simples diferença em quase tudo mudo descrito em meus olhos, por isso quero dizer que és tudo em minha vida antes perdida por um instante constante de um pensamento que não conhecia o sentimento nobre de amar, obrigado por existir....te amo...


Autor: L. saldanha


te amo demais...

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Dois corações




Que a distancia não apague esse amor, que a saudade me alimente a cada segundo ao pensar em você, que ao fechar os olhos me percebo tocando tua pele, tua face entristecida por espaço que nos delimitam a vida, mas que ao mesmo tempo nos da à certeza do quanto nos amamos. Aquele teu sorriso ainda me percorre aos pensamentos assim como teu cheiro navega sobre minha pele, e me lavam as lágrimas por chorar ao olhar o retrato me adentrando a saudade, pois é tanta que me calo ao próprio silêncio e me devoro. Ah como eu te amo, como te quero e por incrível que pareça por um minuto me tenho enfraquecido ao perder as esperanças de te tocar outra vez, mas ao perceber este amor que me renova a vida, me ponho a deslizar sobre minha face um lindo sorriso ao notar o quanto eu sei que me amas.
Dois corações, duas almas que se completam diante de tantas outras as quais nem se quer possuem o verdadeiro sentido de querer amar ou simplesmente a verdadeira razão do amor, engraçado que me deparo às vezes sobre as lembranças e me pego sorrindo diante de situações em que te amava ver-te aos ciúmes, aquele teu olhar sobre o meu me dizendo entre tantos outros silêncios o quanto me amas. Ai, nos encontramos novamente como se não houvesse a distancia, perco as horas ao te abraçar e ao me prender ao teu corpo não querendo novamente que me cubra de saudade, porém jamais te deixe passar aos pensamentos que este amor morrerá, pois tudo o que é verdadeiro não morre renasce a cada encontro, a cada olhar. Te amo...
Autor: Léo Saldanha

sábado, 9 de junho de 2007

A PONTE...


Fecho meus olhos, tento não me enxergar nem me imaginar diante de vidas que se passam, detalhes tão fúteis que às vezes nem notamos, e por um segundo se quer nos esquecemos de amar aqueles que mais amamos... Um não sei, um pensamento em vão entre outros que se fecundam ao esquecimento de um valor perdido, um sentimento que não se corrói, um sonho que se flutua a mente entre pinturas e fábulas ao perceber que a vida é apenas uma ponte, e sua metragem existe de acordo com a necessidade cada um, uma missão que nos compete a alma, um sorriso... Um silêncio falando verbos e mais verbos, frases que não se perdem, mas que se encontram ao coração... Um ponte pra vida, uma pro amor, uma pra solidão....
Amar enquanto há tempo, enquanto há o que se correr pelas veias de um corpo abraçado pelo amor, pela saudade, um brilho nos olhos de quem se perder na magia do tempo, feito cachoeira molhando pedras, chovendo sobre cores, amores eternos que nos dão o valor que merecemos, e por quantas horas do dia nos esquecemos de agradecer a quem devemos... Não que a vida seja um espaço entre a existência e eternidade, entre o que o nasce e o que morre, um equilíbrio constante que se pararmos pra pensar, nos queixamos de tantas coisas e no fim de tudo somos tão felizes... Errar não por errar, mas por saber que é através dele que amadurecemos, é como o brilho do sol... Sempre ao lado quando se precisa brilhar... Só temos uma certeza, de viver por viver, de amar por amar... Sempre...
Auto: Leandro Saldanha

segunda-feira, 4 de junho de 2007

Pinturas....


Que me fossem fábulas, a vida é a conseqüência de tudo o que plantamos... Um mero acaso entre cores, amores, um amanhã entre tanto outros dias acordados sem imaginar a razão incerta de amar... E ao fechar os olhos me vejo em teu sorriso que me cobre como a saudade, um silêncio e uma vontade louca de gritar... Uma vontade louca que me invade a alma, um querer esquecer e ao mesmo tempo querer desejar, um gesto sem vaidade, uma simples forma de sonhar... Eu já não sei se me esqueço, se me perco com a intenção de que possas me encontrar...
Um mundo sem resumo, sem história, um amor escrito em letras as quais minhas frases não sabem ditar, aquele ponto de interrogação sobre teus olhos, aquela mania de te conquistar, enquanto existir um sentimento me cobrindo a alma eu vou conseguir me orientar, seguir caminhos que talvez nem tenhas noção por onde se começa, por onde termina, pois é diante de você que descubro como é conhecer o certo, sorrindo entre os cantos me pergunto como é ter você por perto...
Sobre a tela dos meus pensamentos existe uma cor incerta, pinturas e letras que se mesclam, meias-verdades que fecundam as horas, memórias que se modificam conforme nossa capacidade de querer lembrar, e seja lá onde for, quando for, esteja onde estiver, eu vou lembrar de você... E quando perceber este sorriso meu, que às vezes você nem nota, será então com base na minha certeza e nas contradições da vida que te farei questão de pintar ,um quadro com teu sorriso, uma simplicidade que me encanta a cada vez que estou contigo...
Não importa o tempo... eu já falei vou te esperar...

Autor: Leandro Saldanha

sábado, 2 de junho de 2007

ich liebe dich



Não se pode evitar, nem se pode esquecer, quanto mais eu tento, mas eu sobrevivo de lembranças que talvez não te faça sentido, talvez não te faça falta, um constante pensamento entre outros que me tomam fora do controle ao observar todos os seus passos e nem se quer seguir os meus pra me encontrar, me perco, me fecho, não que eu me torne um olhar frio em meio a tantos que se flertam, ou um vazio em tantos espaços...
Te desejei demais, amei demais, e esqueci de me amar não por egoísmo, muito menos por me esquecer em te almejar em minha vida, o que me causa dor é essa saudade, minha maior ferida... E hoje, me contento apenas com um certo constante entre as imaginações e sonhos contidos em horas vagas que me percebo fechar os olhos e te encontrar ao lado... Me percebo ouvindo aquela linda canção que me fizestes questão de ouvir e dizer – lembra de mim a cada vez que ouvi-la... O Engraçado, que quanto eu mais eu fujo de ouvi-la, mais eu encontro entre outros cantos, fora o seu perfume que me cobre o corpo ao sentir em todos os cantos onde vou... Me perguntou quem amou, eu ou você ?????
Me convenço de que o amor é apenas uma palavra de quatro letras que se verbaliza a cada sentimento, que sua realidade se torna uma constante quando se inicia ao coração de nós mesmos... fora o orgulho que me fera a ALMA ao querer te ligar e ao mesmo tempo querer te esquecer, te ignorar... E quanto mais eu tento mais me vem uma frase dita sempre ao te ver: ich liebe dich...
Für immer...immer

Autor: Leandro saldanha